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Musician

E L 3 C T R 1 1 K
Um Laboratório Sonoro da BONZER BR11

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Lançamento  11/11/2025

Lado A  
01. Mente Pra Mim (Favela Mix) 
02. Estranho (Drop Mix) 
03. Luta (Mau Mau Mix)
04. Demais (Tecno Mix)
05. Medo (Fear Mix)
06. Deja Vu (Industrial Mix)
07. Cálice (Boreal Mix)
08. Não Tenho + Tempo (Discurse Mix)  
09. Especial (Industrial Mix) 
10. Todo Mundo Sofre (Industrial Mix) 
11. Imaginação (Industrial Mix) 
 Lado B  
12. Mente Pra Mim (Favela Instrumental)
13. Estranho (Drop Instrumental)
14. Luta (Mau Mau Instrumental)
15. Demais (Over Instrumental)
16. Medo (Fear Instrumental)
17. Deja Vu (Industrial Instrumental)
18. Calice (Boreal Instrumental)
19. Não Tenho + Tempo (Ácido Instrumental)
20. Especial (Personal Mix) 
21. Todo Mundo Sofre (Tecno Instrumental) 
22. Imaginação (Instrumental Rock)

EL3CTR11K marca um novo capítulo da BONZER BR11, revisitando o passado sem qualquer nostalgia automática: a banda reconstrói suas primeiras músicas — além de faixas do álbum LP/SP — dentro de um universo eletrônico próprio, intenso e futurista. São 11 versões vocais remixadas e 11 instrumentais, somando um projeto robusto que expande o catálogo da banda para outra dimensão estética.

 

O Lado A concentra as versões com vocal: remixes que resgatam a emoção crua das composições originais, agora moldadas por texturas digitais, camadas sintéticas e pulsos de pista. Cada faixa revela um diálogo entre memória e reinvenção — é a BONZER BR11 olhando para seu início com a maturidade e ousadia conquistadas ao longo de sua trajetória.

 

No Lado B, as versões instrumentais oferecem outra experiência: sem a voz como guia, o ouvinte mergulha no trabalho minucioso da produção eletrônica. Os arranjos ganham protagonismo, expondo a engenharia sonora, os detalhes rítmicos e os ambientes que sustentam as versões completas. É aqui que o caráter experimental do projeto se evidencia com mais força.

  

Embora o grupo explore uma vertente eletrônica, o álbum não se limita a rótulos: EL3CTR11K é menos um “gênero” e mais um laboratório criativo, um ponto de encontro entre o rock alternativo da banda, sua estética urbana e a liberdade de manipular suas próprias obras como matéria-prima para novas leituras.

  

O resultado é um álbum duplo que funciona tanto como celebração da história da BONZER BR11 quanto como demonstração de seu espírito inovador — reafirmando a banda como uma das vozes mais inquietas e inventivas da cena brasileira contemporânea.

2024 / 2026 

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